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Elizabeth Bentley: Uma espiã americana a serviço da KGB Os comunistas a difamaram como neurótica descontrolada, os esquerdistas a dispensaram como idealista confusa, a família se compadecia dela como amante explorada. Alguns a chamaram de traidora, idiota, mercenária e exibicionista. Para outros, foi uma verdadeira heroína americana - destemida, disciplinada, corajosa e resoluta. Os comitês do congresso a amavam, o FBI a denominava de anjo vingativo, os católicos a adoravam, mas a verdade é que, mais de meio século depois de invadir as manchetes como a Rainha da Espionagem Vermelha, Elizabeth Bentley ainda permanece um mistério.
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