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Um evento do tamanho de São Paulo. Ou quase. A 18ª edição da Bienal Internacional do Livro tem um novo objetivo: transformar-se definitivamente em um dos maiores acontecimentos culturais da cidade. A Bienal do Livro quer ser mais que uma megastore. Não temos só a intenção de valorizar o evento para o mercado livreiro. Estamos dando preferência aos eventos culturais, afirma Oswaldo Sciliano, presidente da CBL, a promotora da Bienal. Marino Lobello, vice-presidente de comunicação e marketing da CBL, diz que a Bienal não é mais apenas uma feira de livros. Por isso, além dos 830 selos editoriais espalhados em 320 estandes, dos oito representantes estrangeiros e dos mais de 150 mil títulos e 2.000 lançamentos à venda, a Bienal deste ano aumentou o número de eventos em sua programação cultural. Só no Salão de Idéias estarão reunidos mais de cem escritores, entre brasileiros e estrangeiros. Neste ano, a feira espera no mínimo repetir os números da edição anterior: 600 mil visitantes nos 11 dias de evento (de amanhã a 25 de abril). Só de estudantes, a previsão é de 120 mil – mais de mil estabelecimentos se inscreveram para os dias reservados à visitação escolar (19, 20, 22 e 23). O Estado de S. Paulo - 14/4/2004 - por Karla Dunder STAND EDITORA LANDSCAPE: clique aqui e veja a foto do nosso stand na Bienal 2004
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