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No livro de Neil Olson, um ícone religioso, Nossa Senhora de Katarini, que todos achavam ter sido destruído durante a Segunda Guerra Mundial, reaparece nos dias de hoje em Nova York e une os principais personagens desse thriller. Ana Kessler, herdeira da pintura, e Mathew Spear, curador do Museu Metropolitano de Arte de Nova York, se conhecem porque o Museu está interessado em adquirir a obra. Ao mesmo tempo em que uma atração imediata e potencialmente explosiva nasce entre eles, Ana e Mathew vêem-se envolvidos com pessoas que de alguma forma sobreviveram à segunda grande guerra e querem de forma imperativa o ícone. A autenticidade do ícone é reconhecida, a peça é mesmo a Nossa Senhora de Katarini. Os que se lançam em sua captura são pessoas que sobreviveram à segunda grande guerra e, por não serem tão autênticos como a obra, causam intrigas, perseguições e mortes. Eles desejam o ícone por acreditarem que a Nossa Senhora de Katarini é fonte de um fantástico e inexplicável poder.Numa época em que os best-sellers de Dan Brown monopolizam as listas de mais vendidos, O Ícone, além de ser um thriller com uma trama muito bem urdida, nos propões algumas questões interessantes. Uma das questões é: até que ponto a fé pode instilar poder nos objetos? A antiga pintura tendo passado por tantos percalços possuiria realmente poderes mágicos?De qualquer forma, ela teve o poder de trazer à tona eventos bastante suspeitos que ocorreram num vilarejo da Grécia durante a segunda guerra. E é em busca do que realmente ocorreu durante a guerra que percebemos crimes que não tinham muito a ver com a guerra, mas com questões pessoais. Então nos deparamos com a segunda questão que é justamente até que ponto em guerras as questões pessoais influenciam as ações. O Ícone – Neil Olson - Editora Landscape
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